Ronaldo Tadeu
Temas diversos:
Bem Vindo!
Ronaldo Tadeu atua no mercado financeiro desde 1999. Desenvolve Marketing Multinível e vários projetos na Web. Trabalha com venda direta no mercado varejista de perfumes e cosméticos com as principais marcas.
Sempre recrutou e treinou pessoas para grandes empresas.
Palestras técnicas e motivacionais também fazem parte de sua competência.
Inteligência Emocial - Revista Você S/A
Como líderes e organizações podem se beneficiar da inteligência emocional
Se um profissional conhece suas emoções e trabalha com elas, terá uma percepção da realidade expandida
Por Irene Azevedoh*

Inteligência emocional é um conceito relacionado com a chamada "inteligência social" presente na psicologia e criado pelo americano Daniel Goleman, que em 1988 publicou seu primeiro artigo sobre inteligência emocional e a liderança.
Resumidamente, um indivíduo que é emocionalmente inteligente consegue identificar as suas emoções com mais facilidade. Então fazemos a seguinte pergunta: o que isto tem a ver com a sobrevivência nas organizações em tempos de crise?
Podemos responder olhando sob duas óticas: a do indivíduo e a da organização, que como o próprio Goleman menciona em seu artigo com Richard Boyatzis, publicado pela Harvard Business Review em setembro de 2008, sobre inteligência social, já se começa a estudar o que acontece com o cérebro quando as pessoas interagem, informando que líderes “top performers” têm em média mais bom humor e riem mais do que os de desempenho mediano.
Continuando esta análise, ainda sob a ótica do indivíduo, e concordando com o mencionado por Goleman, se um profissional conhece suas emoções e trabalha com elas, terá uma percepção da realidade expandida, facilitando suas interações com os diversos níveis da organização.
O que isto significa? A resposta tem diversos itens a serem considerados: ter maior empatia, estar mais antenado com os sentimentos dos outros, não temer o autoconhecimento, ter atitudes criativas, afetivas e conciliadoras, estar sempre de bom humor e também ser mais intuitivo.
Com todos estes atributos, no seu relacionamento do dia a dia, terá a oportunidade de identificar oportunidades e de se relacionar melhor com todos os públicos da empresa. Na hora da crise, este profissional estará, com certeza, mais preparado e, consequentemente, a organização o observará com olhar diferenciado.
E para a organização que privilegiou uma liderança com altos índices de inteligência social?
Ela só tem a ganhar, pois conseguirá sair mais rapidamente da crise à medida que sua liderança obtém um desempenho melhor de seus liderados, navegando com eles por este mar de oportunidades que a crise proporciona, de forma alegre, suave, mas efetiva e assertiva também.
Com a inteligência emocional que está relacionada à social, ganha o indivíduo, ganham as organizações e ganhamos todos nós, seres humanos!
*Este artigo é de autoria de Irene Azevedoh, diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança da Consultoria LHH, e não representa necessariamente a opinião da revista
Excesso de autoconfiança! Revista Você S/A
Como a autoconfiança em excesso pode prejudicar sua vida profissional
Veja quais cuidados você precisa tomar para não cair nessa armadilha
Por Luciana Lima

Em 1995, o americano McArthur Wheeler foi preso enquanto assaltava um banco na cidade de Pittsburgh, na Pensilvânia. O detalhe curioso da história é que o ladrão não fazia o mínimo esforço para esconder o rosto durante os crimes e, quando pego, somente conseguia repetir que "havia passado o suco". A frase, aparentemente sem nexo, foi explicada mais tarde, quando McArthur afirmou à polícia que acreditava que, ao aplicar suco de limão no rosto, conseguiria burlar as câmeras do sistema de segurança das instituições.
O caso absurdo do ladrão serviu de ponto de partida para a tese de David Dunning e Justin Kruger, professor e aluno de psicologia na Universidade Cornell, também nos Estados Unidos, que ficou popularmente conhecida como a "síndrome do idiota confiante".
Publicado em 1999, após uma série de testes, o estudo apontou que os indivíduos com pior desempenho foram aqueles que também tiveram a menor capacidade de avaliar as próprias habilidades e que acreditavam ter resultados melhores do que efetivamente obtiveram.
Os pesquisadores chegaram à conclusão do que ficou chamado de "efeito Dunning-Kruger": algumas pessoas se sentem autoconfiantes sobre assuntos nos quais têm conhecimento limitado ou nenhum conhecimento. "Todos nós somos vulneráveis a esse fenômeno, pois tudo o que é preciso para agir assim é incompetência ou desconhecimento sobre algo. Exatamente por não entender a complexidade, você não consegue perceber quão irreal e desconexa pode ser sua crença sobre o tema", diz o professor David Dunning.
No ambiente corporativo, onde muitas vezes a palavra predominante é "competitividade", é grande o risco de reproduzir comportamentos como esse. "Existe o mito do indivíduo que precisa ter sempre resposta para tudo e que deve ser proativo em qualquer situação, por isso muitos profissionais acabam compelidos a tomar atitudes e a dar respostas de qualquer jeito, mesmo que não estejam preparados", afirma Anderson Sant’anna, professor na Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. "Algumas empresas, inclusive, valorizam os perfis que são mais exibicionistas e atirados, o que estimula ainda mais quem já tem uma tendência a ser autoconfiante em excesso."
Com a internet e a facilidade de acesso às informações, a possibilidade de superestimar o conhecimento também se amplia. Segundo outro estudo, dessa vez da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, as pessoas tendem a se achar muito mais inteligentes depois de apenas alguns cliques na rede.
Para comprovar essa teoria, os pesquisadores realizaram nove experimentos com voluntários americanos. Em um deles, foi solicitado ao primeiro grupo que buscasse na internet a resposta para algumas perguntas. Para o segundo grupo, não foi dada a possibilidade de pesquisas online. Na etapa seguinte, pediu-se aos dois grupos que avaliassem sua capacidade de responder por conta própria a outras questões sobre o tema. O grupo que pôde acessar a internet foi muito mais otimista ao medir os próprios conhecimentos em comparação àqueles que não tiveram acesso à internet.
Nas empresas, não é raro perceber as consequências desse efeito Google. "Com a entrada de novas gerações e a diminuição da hierarquia, é muito comum vermos estagiários dando palpites, muitas vezes de forma exagerada, em assuntos da presidência, por exemplo. Ignoram anos de experiência e acreditam que, por meio de alguns tutoriais, já são mais entendidos do negócio do que executivos com anos de carreira", afirma Raphael Falcão, diretor da Hays Experts, divisão de recrutamento de média e alta gerência da Hays, de São Paulo.
Tão bom assim?
Na vida profissional, o excesso de autoconfiança, quando não está aliado a competências reais, pode cobrar um preço alto. "Além de gerar custos com retrabalho, pode criar problemas com a equipe", afirma Anderson. Isso porque, geralmente, pessoas narcisistas inibem as demais, não conseguem criar discussões amplas e tomam decisões apressadas com base em achismos.
O paulista Gustavo Andare, de 36 anos, sofreu com os efeitos nocivos do excesso de confiança. Formado em eletrônica, logo no primeiro emprego em uma multinacional, percebeu que desejava empreender. Com 22 anos e sem muita experiência, decidiu se juntar a alguns amigos e abrir uma casa noturna na Vila Olímpia, bairro de São Paulo que estava atraindo diversos estabelecimentos desse estilo na época. "Não foi nada planejado, simplesmente decidimos que queríamos trabalhar com isso. Pura molecagem", afirma Gustavo.
Surpreendentemente, a empreitada deu certo e, em menos de seis meses, o empreendimento dava lucro. Com a exposição, Gustavo recebeu uma proposta para começar um segundo negócio em Maresias, no litoral norte de São Paulo. "Dessa vez a sorte não foi suficiente", diz. Empolgado pelo sucesso, Gustavo deixou a parte financeira sob responsabilidade do sócio recém-conhecido. Um belo dia acordou e descobriu que o parceiro havia sumido e deixado um rombo de 80 000 reais nas contas do estabelecimento. "Meus pais e colegas já haviam me alertado, mas eu acreditava que sabia muito e que não precisava me preocupar", afirma.
De volta a São Paulo, Gustavo teve de vender a porcentagem no bar para pagar as dívidas do negócio malfadado e recomeçar. Vendeu esculturas de madeira nas ruas, fez outra faculdade e, alguns anos depois, decidiu que era hora de tentar de novo. Foi aí que fundou, em 2012, a Esmalteria Nacional, rede de franquias de serviços de manicure. E o antigo fracasso fez com que ele mudasse de atitude em relação ao empreendedorismo. "Pesquisei, fui a diversos salões e quis entender a fundo esse mercado e o que eu traria de diferente." Com outras 270 unidades e quatro negócios que faturam 2,5 milhões de reais, ele acredita que não estaria onde está se não tivesse revisado sua autoconfiança. "Aquela experiência me tornou mais ponderado e humilde."
Superioridade ilusória
Assim como Gustavo, muita gente pode perceber que está errando a mão no marketing pessoal quando já é tarde demais, porém, nem todos conseguem mudar de atitude. "Algumas pessoas entram em um processo ilusório que se retroalimenta. Quando começa a dar certo uma, duas vezes, você vai se convencendo de que é aquilo e vai criando uma máscara", diz Aristides Brito, neurocientista e diretor da consultoria Marca Pessoal Treinamentos, de São Paulo. Mas o trauma pode ser grande quando um fracasso acontece. "Quando fracassam, esses indivíduos tendem a ficar com uma crise enorme de autoestima e entrar em um processo destrutivo."
Embora associemos esse comportamento a pessoas que acreditam muito nas próprias qualidades, esses perfis também podem esconder, no fundo, uma baixa autoestima. "Algumas pessoas, mesmo quando se superestimam, o fazem por falta de confiança. Precisam se provar tanto para elas quanto para quem está ao redor. Os homens, principalmente, devido a uma pressão social maior, tendem a se esconder atrás de uma suposta autoconfiança exacerbada", afirma Roberto Debski, psicólogo clínico, de São Paulo.
Para quem está em posições de liderança, essa superioridade ilusória é ainda mais nociva - e mais fácil de acontecer. "Com o poder, as pessoas acabam acreditando que são, e não que estão líderes. Por estarem cercados de gente que quer agradá-los e não tem coragem de apontar erros, alguns líderes ficam fechados em uma torre de marfim e se creem invencíveis", diz Ana Pliopas, do
Hudson Institute of Coaching, de São Paulo.
Nesse contexto, quem tem autocrítica leva vantagem em relação a quem nem sequer enxerga suas limitações. Por isso, no quadro oposto, a chamada "síndrome do impostor" - aquela sensação constante de ser uma fraude e de não merecer estar no lugar que ocupa -, quando bem dosada, pode ser benéfica. "Se a pessoa trabalhar a inteligência emocional, essa autocrítica vai levá-la ao crescimento. O ideal é que ela não se coloque para baixo nem se iluda sobre suas reais capacidades", afirma Roberto.
Dose certa
O engenheiro de dados Luiz Filipe Santos, de São Paulo, fez as pazes com sua patrulha interna e usa o excesso de autocrítica a seu favor. "Na empresa em que trabalhava anteriormente eu me achava uma fraude. Havia entrado como analista e, dois anos depois, passei a gerenciar as pessoas que começaram comigo. Esse crescimento rápido me fez duvidar de mim mesmo", afirma.
Com a ajuda de amigos, Luiz Filipe estudou o assunto e hoje, aos 37 anos, lida melhor com a desconfiança interna - e até aposta que ela o ajude a tomar boas decisões. "Passei a ser uma pessoa analítica e ponderada. Não fico mais deprimido com meus fracassos, mas entendo que aquilo faz parte do meu crescimento", diz.
Por outro lado, assim como a autocrítica, se bem dosada, a autoconfiança também é benéfica. "Quando você não sabe a complexidade daquilo que vai fazer e encara o desafio mesmo assim, demonstra coragem e é estimulado a conquistar mais. Há uma curva de aprendizado e maturidade quando você se depara com obstáculos", afirma Ana Pliopas.
O segredo, então, é o equilíbrio: nem a humildade em demasia (que cria profissionais tímidos e incapazes de mostrar suas potencialidades); nem a autoconfiança em excesso (que impede que o indivíduo ouça as pessoas que estão ao redor e reconheça as próprias limitações). Na dúvida, escolha o caminho do meio.
Esta matéria foi publicada originalmente na edição 223 da revista Você S/A e pode conter informações desatualizadas
Você S/A | Edição 223 | Dezembro de 2016
Reportagem Revista Você.
Num momento de tantas informações e oportunidades ao alcance de um clique, fazer as escolhas adequadas e focar no planejamento da carreira pode parecer fácil, porém, não o é. Até bem poucos anos a escolha de uma profissão era algo definitivo. O ingresso numa universidade e a decisão da carreira garantia a estabilidade no mundo corporativo de passos lineares.
Estamos na era digital e já há quem diga que, no final dela, para as novas gerações o digital já é o óbvio. Um mundo globalizado, com novos paradigmas, que abrem as portas para infinitas oportunidades. Tudo se torna possível. Basta fazer as escolhas corretas. Qualquer janela é uma chance, uma passagem rumo a um destino próspero. Vendo dessa perspectiva, tudo está ao alcance das mãos. Porém como escolher em meio a tantas promessas irresistíveis de carreira? Como ser assertivo? Como progredir? Com tantas ofertas e possibilidades o planejamento de carreira deixa de ser linear.
A velocidade das mudanças tecnológicas e científicas não garantem que o certo de hoje será o melhor de amanhã. São muitas alternativas e poucas certezas. O universo virtual traz a sensação de multiplicidades de escolhas e com elas vem um senso de urgência. É preciso ingressar na carreira, ser promovido, liderar, tudo na velocidade dos games. A questão desafiadora é que na vida real existe um “delay” se comparado ao virtual. Entre o que parece possível e o de fato atingível existe um gap. Na mente virtual tudo está dado, pronto. A vida real pede a tal da experiência, o passo a passo que só se aprende vivenciando. É preciso seguir protocolos, regras, burocracias e hierarquias.
No cenário real, o que fazer com a expectativa de conquistas a curtíssimo tempo? Já que sabemos ser esse um grande fator para o desengajamento nas corporações. Pesquisas demonstram que o maior índice de insatisfação e desligamentos nas empresas é a falta de perspectiva de plano de carreira. Se por um lado é preciso correr para ocupar os cargos mais altos em curtíssimo prazo, por outro lado, quando esse cenário não parece oportuno, vem a desistência.
É preciso ter cuidado com a matemática da urgência ao invés de simplesmente mudar de empresa rumo a uma possível escalada galopante. É imprescindível entender o que é necessário que seja modificado internamente. É importante compreender quais limitações e impedimentos internos e também externos precisam ser revistos. As limitações internas podem ser algumas inseguranças, crenças limitadoras, valores contraditórios, entre outras tantas. Os impedimentos externos são a ausência de conhecimentos específicos, falta de alianças, problemas na comunicação, etc. No entanto, na maioria das vezes em que se tem a percepção do que é necessário rever internamente, isso resulta em mudanças de comportamentos e no desenvolvimento de novas habilidades e saberes.
Não é só o iniciante que enfrenta os desafios das escolhas. Muitos profissionais de ponta e financeiramente bem estabelecidos se veem diante de questionamentos internos sobre o que fazer nos próximos muitos anos de suas vidas. Rever periodicamente o que energiza profissionalmente e pessoalmente são fatores importantíssimos para se manter em alta performance. Nesse sentido é relevante estar disposto a se reinventar em diversos momentos da carreira. É preciso coragem para reconhecer que não se conhece o todo. Um profissional, por maior maturidade e destaque que tenha no contexto já estabelecido, quando começa algo novo, inevitavelmente terá que desenvolver outras habilidades a partir do estágio básico de aprendizagem. Essa qualidade de inovar, de ter humildade e disposição para aprender o inédito pode garantir o frescor, a qualidade, a alegria, a saúde e a possibilidade de experimentar muitas carreiras brilhantes numa mesma vida.
Como pesquisadora do comportamento e valores humanos, acredito que alguns fatores podem fazer total diferença numa escalada progressiva e bem-sucedida de carreira. Conhecer as novas tendências é um deles.
Pesquisas apontam o eminente surgimento de mudanças tecnológicas com crescimento exponencial e capacidade de alterar radicalmente o modo de vida ao qual estamos inseridos nesse início de século. Diante do que já é e de tudo que está por vir, penso que quanto maior a integração do ser humano com seus reais valores, suas principais habilidades humanas e com o seu verdadeiro propósito de vida, maiores serão os benefícios e oportunidades de uma carreira bem-sucedida. Nesse cenário é importante encontrar bem-estar e equilíbrio emocional, conjugal, espiritual, familiar, social, intelectual e de lazer.
Diante das perspectivas, não é possível dizer de forma lógica e precisa o que será necessário fazer para garantir o sucesso no planejamento da carreira. Mas o certo é que ter excelência naquilo que se faz é e será sempre um dos principais ingredientes em qualquer tempo ou lugar.
Líderes inspiradores servem como modelo em qualquer etapa do planejamento de carreira. Ensinamentos que podem fazer a diferença entre ser mais um ou ser único em meio a tantos. Líderes inspiradores não visam somente o dinheiro ou bem-estar pessoal. Líderes inspiradores têm em comum propósito e missão. Têm como ambição criar, promover ou impactar em algo que sirva como legado para as próximas gerações. Líderes inspiradores acreditam no poder da abundância e por isso não se prendem às pequenas questões e picuinhas, ao contrário: promovem um ambiente de permanente desafio, atentos ao projeto de vida de seus colaboradores. Oferece feedback constante e sobretudo geram oportunidades, ao qual, sabemos, ser um dos principais aliados na manutenção da equipe e do chamado plano de carreira.
* Este artigo é de autoria de Hilda Medeiros, coach generativa, terapeuta e palestrante, e não representa necessariamente a opinião da revista.
Texto de Raúl Candeloro, extraído da revista Venda Mais.
Viver uma vida de Alta Performance é viver com PROPÓSITO.
Bronnie Ware, que foi por muitos anos enfermeira num asilo para pessoas da 3ª idade, escreveu um livro chamado “Os 5 arrependimentos ao morrer”, sobre coisas que presenciou e constatou convivendo tanto tempo com seus pacientes idosos.
Sabe quais são os maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer?
- Eu queria ter dado a mim mesmo permissão para ser mais feliz.
- Eu queria ter convivido mais com meus amigos e família.
- Eu queria ter tido a coragem de expressar mais os meus sentimentos
- Eu queria não ter gasto tanto tempo e energia só com o trabalho.
- Eu queria ter vivido a vida que de verdade eu queria, e não a que os outros achavam que eu devia viver.
São 5 coisas muito importantes para refletir.
Quando falamos de Alta Performance, uma das coisas que sempre temos que analisar são os ‘freios’ – assuntos ou situações que estão atrapalhando seu rendimento.
Alta Performance de verdade, sustentável, equilibrada e saudável, só se consegue quando você está em paz consigo mesmo/a. É por onde tudo começa.
Minhas perguntas para você esta semana são:
- Você tem se dado permissão para ser feliz? (Felicidade é uma escolha! As coisas acontecem e você não controla, mas você SEMPRE pode controlar sua reação).
- Você tem dedicado tempo e energia para as pessoas que ama?
- Você tem expressado o que realmente pensa e sente, de maneira educada e equilibrada?
- Como está o equilíbrio entre lazer, família e trabalho? Está feliz com isso?
- Você está vivendo sua vida – ou a dos outros?
Abraços de Alta Performance e uma excelente semana,
Raúl Candeloro
Diamante do Sucesso
DIAMANTE DO SUCESSO
O diamante é uma figura usada em muitos negócios e em muitos discursos motivacionais. Um diamante para chegar a ser o que é passa por uma grande pressão e transformação.Existem várias facetas em um diamante, depende da lapidação que recebeu. Quero destacar aqui, cinco facetas que considero importantíssimas em um diamante.É uma aplicação.
1 - Atitude;
2 - Definição;
3 - Planejamento estratégico;
4 - Disciplina;
5 - Persistência.
ATITUDE
Atitude é um estado de espírito diante da vida, das situações e dos projetos. Atitude envolve postura, vontade, compromisso, determinação,decisão.Ainda que estas palavras tenham significados independentes, podem ser usadas para clarearem o significado de ATITUDE. Atitude nos ajuda a criar o ímpeto para desenvolvermos qualquer projeto.As pessoas não fazem muitas coisas essencialmente porque precisam, mas fazem porque escolhem, porque querem.
DEFINIÇÃO
"O vento não sopra a favor de quem não tem direção certa." É preciso definir claramente o que queremos. Precisamos nos perguntar continuamente: o que queremos? Nossos objetivos, metas, sonhos funcionam como um grande ímã que nos atrai. Sendo assim, se torna nossa energia para corrermos em sua direção. Não podemos conquistar o que não definimos.Se não sei o que quero, como vou buscá-lo?Construa sua vida, defina claramente como você quer estar daqui a seis meses, dois anos, etc. Tenha atitude e agora defina o que você quer alcançar.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Ter atitude é muito bom. Definirmos bem o que queremos,também. Aliado a estas duas facetas, precisamos de planejamento estratégico. Não pense que para marcar um gol não precisa de estratégia. Os técnicos de futebol se assentam para pensarem em estratégias e táticas. Os grandes reis da antiguidade armavam suas estratégias para vencerem seus adversários.Acredito que para se obter sucesso no mercado de trabalho, é preciso a seguinte estratégia: UM CONTÍNUO TRABALHO DIVERSIFICADO. Trabalhe de diversas maneiras sempre, para alcançar suas metas.Seja versátil, polivalente.
DISCIPLINA
Disciplina se expressa com pré-disposição coerente com aquilo que se quer. É a maneira pela qual se mantem o que se propôs.Geralmente se fala que quem quer fazer uma dieta precisa ser disciplinado. Disciplina é treinamento. Um jogador disciplinado é um jogador treinado. Em se tratando de projeto de trabalho, destaco a disciplina no tocante à agenda, ao cumprimento diário das estratégias. Acima de tudo, ser disciplinado é ser cumpridor dos compromissos que fazem o projeto funcionar. Se o profissional for disciplinado, treinado a seguir sua agenda que foi definida com muita estratégia, ele terá andado boa parte do caminho.
PERSISTÊNCIA
Ser persistente é ser constante. A persistência não é o início da jornada. É a virtude que faz o projeto continuar, permanecer. A persistência não é uma virtude alienada de outras, que acontece isoladamente. Se de fato, tivemos uma atitude positiva, se definimos com clareza e certeza o que queremos, se planejamos estrategicamente e se somos disciplinados, então a persistência acontecerá consistentemente, pois está enraizada em etapas bem pensadas e planejadas. A persistência, baseada em decisões sólidas, ajuda a concluir os melhores e mais difíceis projetos.
Ronaldo Tadeu
O diamante é uma figura usada em muitos negócios e em muitos discursos motivacionais. Um diamante para chegar a ser o que é passa por uma grande pressão e transformação.Existem várias facetas em um diamante, depende da lapidação que recebeu. Quero destacar aqui, cinco facetas que considero importantíssimas em um diamante.É uma aplicação.
1 - Atitude;
2 - Definição;
3 - Planejamento estratégico;
4 - Disciplina;
5 - Persistência.
ATITUDE
Atitude é um estado de espírito diante da vida, das situações e dos projetos. Atitude envolve postura, vontade, compromisso, determinação,decisão.Ainda que estas palavras tenham significados independentes, podem ser usadas para clarearem o significado de ATITUDE. Atitude nos ajuda a criar o ímpeto para desenvolvermos qualquer projeto.As pessoas não fazem muitas coisas essencialmente porque precisam, mas fazem porque escolhem, porque querem.
DEFINIÇÃO
"O vento não sopra a favor de quem não tem direção certa." É preciso definir claramente o que queremos. Precisamos nos perguntar continuamente: o que queremos? Nossos objetivos, metas, sonhos funcionam como um grande ímã que nos atrai. Sendo assim, se torna nossa energia para corrermos em sua direção. Não podemos conquistar o que não definimos.Se não sei o que quero, como vou buscá-lo?Construa sua vida, defina claramente como você quer estar daqui a seis meses, dois anos, etc. Tenha atitude e agora defina o que você quer alcançar.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Ter atitude é muito bom. Definirmos bem o que queremos,também. Aliado a estas duas facetas, precisamos de planejamento estratégico. Não pense que para marcar um gol não precisa de estratégia. Os técnicos de futebol se assentam para pensarem em estratégias e táticas. Os grandes reis da antiguidade armavam suas estratégias para vencerem seus adversários.Acredito que para se obter sucesso no mercado de trabalho, é preciso a seguinte estratégia: UM CONTÍNUO TRABALHO DIVERSIFICADO. Trabalhe de diversas maneiras sempre, para alcançar suas metas.Seja versátil, polivalente.
DISCIPLINA
Disciplina se expressa com pré-disposição coerente com aquilo que se quer. É a maneira pela qual se mantem o que se propôs.Geralmente se fala que quem quer fazer uma dieta precisa ser disciplinado. Disciplina é treinamento. Um jogador disciplinado é um jogador treinado. Em se tratando de projeto de trabalho, destaco a disciplina no tocante à agenda, ao cumprimento diário das estratégias. Acima de tudo, ser disciplinado é ser cumpridor dos compromissos que fazem o projeto funcionar. Se o profissional for disciplinado, treinado a seguir sua agenda que foi definida com muita estratégia, ele terá andado boa parte do caminho.
PERSISTÊNCIA
Ser persistente é ser constante. A persistência não é o início da jornada. É a virtude que faz o projeto continuar, permanecer. A persistência não é uma virtude alienada de outras, que acontece isoladamente. Se de fato, tivemos uma atitude positiva, se definimos com clareza e certeza o que queremos, se planejamos estrategicamente e se somos disciplinados, então a persistência acontecerá consistentemente, pois está enraizada em etapas bem pensadas e planejadas. A persistência, baseada em decisões sólidas, ajuda a concluir os melhores e mais difíceis projetos.
Ronaldo Tadeu
Assinar:
Comentários (Atom)
